
A DPZ foi, nos últimos 30 anos a agência mãe de todas. De lá saíram a maior parte dos craques da propaganda brasileira. Mais que isso. Naquela esquina badalada a propaganda ficou chic, ficou pop. Deixou de ser pentelha e se tornou cultura popular. Deixou de ser mera imitação do que os gringos faziam e virou um jeitão brasileiro de fazer comunicação de massa, com ritmo, cor, música, sacadas sacanas irreverentes e bem humoradas. Depois de anos rejeitando o assédio de multinacionais, os sócios acabaram por aceitar a proposta (convenhamos, irrecusável) da Publicis. É o fim de uma era.
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