quinta-feira, 14 de junho de 2012

Espelho, Espelho Meu...

O brasileiro está se achando! Mas será que estamos mesmo com essa bola toda. Acho que não. No país da hipocrisia institucionalizada e dos recordes de vendas dos livros de auto ajuda, essa combinação parece estar moldando uma nação de fracos com topete.
Frágeis criaturinhas incapazes de ouvir críticas e encarar suas débeis incompetências de frente, porque de repente se tornou politicamente incorreto criticar e apontar erros. Os serezinhos ignóbeis que estamos fabricando, inclusive nas melhores faculdades desse país, ofendem-se quando são confrontados com a realidade da própria mediocridade.
A triste realidade que vivo em meu dia a dia como professor universitário não se restringe, infelizmete, ao meu universo. A Folha de S. Paulo publicou no dia 1o de maio, dia do trabalho, uma pesquisa com dados estarrecedores acerda da autoimagem do brasileiro no trabalho. A partir desse texto, escrevi o artigo no Perfil Econômico que compartilho com você que, acredito, faz parte de uma reflexão maior e muito mais importante: de que tipo de "liga" será formada a próxima geração? Gente forte, sólida, flexível e confiável como o aço, capaz de receber e dar golpes, e aguentar pressão, ou será que estamos contruindo uma geração de gesso, uma estética clean, que permite detalhes de acabamento, mas que à menor pressão se esfarela?





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