
Assisti ao filme da Lais Bodanski com uma dúvida na cabeça: a quais coisas boas mesmo o filme se refere? É claro que o tempo traz um manto de nostalgia sobre aquele maravilhoso período que foi nossa adolescência. Mas ao ver a saga de Mano e Pedro deu para sentir quanta dor, conflito, medo e desilusão invadem a cabeça de um moleque quando ele descobre o mundo. O mundo é uma merda. Aprender a viver nele não é mole não. A melhor coisa do mundo, é a memória seletiva que apaga todo sofrimento e faz a gente se lembrar só das coisas boas, ainda bem.